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Curriculos
7 de março de 2009


Yara de Novaes

Começou sua carreira de diretora após uma reconhecida e premiada carreira de atriz. Professora universitária, lecionou na PUC-Minas, UNI-BH e UFPE, ministrando várias disciplinas na área de interpretação teatral e atualmente, é professora da cadeira de teatro, no curso de Direito da FAAP. Fundadora da Odeon Cia. Teatral, grupo responsável por importantes montagens em Minas Gerais estreou na direção em 1989, com Casablanca Meu Amor, de Fernando Arrabal.

Dentre seus trabalhos destacam-se Ricardo III, de Shakespeare, Noites Brancas, de Dostoievski; A Serpente, de Nélson Rodrigues, Manuel, o Audaz, musical com roteiro de Fernando Brant, Quem Atravessa a Folhagem, de Franz Xaver Kroetz, Senhora dos Afogados, de Nelson Rodrigues, A Aurora da Minha Vida, de Naum Alves de Souza e A História do Zoológico, de Edward Albee.

Em cinema, fez direção de ator em Françoise, A Hora Vagabunda e Fronteira, de Rafael Conde.

Como atriz participou de diversos espetáculos, dentre eles: Ciranda de Pedra, com direção de Kalluh Araújo, O Coordenador, direção de Carlos Gradim, O Inspetor Geral, com Grupo Galpão, direção de Paulo José.

Há pouco foi uma das protagonistas – junto de Débora Falabella e Ângelo Antônio – do espetáculo O Continente Negro, com direção de Aderbal Freire Filho. Acaba de dirigir O Caminho para Meca, com Cleide Yáconis.

Eloisa Elena

Formada pelo Teatro Universitário da U.F.M.G. em 1989, ingressou em seguida na Escola de Arte Dramática da USP, onde permaneceu até 1991. Participou de workshops com Yoshi Oida, Sotigui Koyaté, Roberto Vignati, entre outros.

Como atriz participou de diversos espetáculos dentre eles, Convite para Jantar, Um Destino para Julieta e Romeu, A Casa Antiga, de Eduardo Ruiz, direção de Rui Cortez; Você vai ser o que você quer ser, texto e direção de Luiza Jorge; Corda Bamba, direção de Johana Albuquerque; Sacromaquia, direção de Maria Thaís; Aqueles 2, de José Geraldo Petean, Cobras Voadoras, de Leonor Corrêa, direção de Denise Del Vecchio; Os Lingüiceiros Roderix, adaptação das obras de Edgar Allan Poe e Viriato Corrêa dirigido por Marcos Daud; Florbela, de Alcides Nogueira e direção de Cibele Forjaz; Por Pensamentos, Palavras e Atos, adaptação de obras de Yukio Mishima e Charles Baudelaire, dirigida por Jamil Dias; A Senhora Aoi, de Yukio Mishima, direção de Antônio Araújo.

Iniciou seu trabalho de produção em 1992, e faz produção executiva e direção de produção para diversos espetáculos e eventos. Em teatro produziu: As Roupas do Rei, Sacromaquia, Caixa Mágica, Você Vai ser o que Você quer Ser, Corda Bamba, Vô Doidim e os Velhos Batutas, Hamlet, direção de José Celso Martinez Corrêa, Ciclo de leituras Devassos na Dramaturgia.

Fernando Alves Pinto

O ator Fernando Alves Pinto nasceu em São Paulo, em 1969. Em 1987 foi morar em Nova York onde teve suas primeiras experiências no teatro. Fez algumas peças no LaMama, incluindo um pequeno papel em uma peça de Moliére. Entrou em uma companhia de teatro físico, em que a base é a mímica. Quando estava nessa companhia, foi chamado para fazer o filme Terra Estrangeira (1994), de Walter Salles e Daniela Thomas.

Participou, também, dos filmes Menino Maluquinho II - A aventura (1998), Eu Não Conhecia Tururu (2000), de Florinda Bolkan, Anahy de las Missiones (1997), de Sergio Silva, Mater Dei (2001), de Vinicius Mainardi, Araguaya – A Conspiração do Silêncio (2004), de Ronaldo Duque, Quase Dois Irmãos (2004), de Lúcia Murat e A Via Láctea (2007), de Lina Chamie.

Plínio Soares

Nascido em 1954, em Cubatão, o ator Plínio Soares formou-se pela EAD da ECA em 1984. Alguns de seus principais trabalhos no teatro são:

O Que Morreu e Não Deitou e Terra Sem Lei, coordenados por Francisco Medeiros; Homeless de Noemi Marinho e Antares de Alcides Nogueira, ambos dirigidos por Francisco Medeiros; A Refeição, de Newton Moreno, direção de Denise Weinberg; Ricardo III, de Shakespeare, direção de Roberto Lage; A Máscara do Imperador, de Samir Yazbek, direção de William Pereira; Bonita Lampião, texto e direção de Renata Melo (por este espetáculo foi indicado ao Prêmio Shell de melhor ator); Hamlet, de Shakespeare, direção de Ulysses Cruz; Esperando Godot, de Samuel Beckett, direção de Francesco Zigrino; Baal, de Bertolt Brecht, direção de Marcio Aurélio; O Santeiro do Mangue, de Oswald de Andrade, direção de José Celso Martinez Corrêa.

No Cinema, entre outros fez: Ensaio sobre a Cegueira (Blindness), de Fernando Meirelles; Equilíbrio & Graça, de Carlos Reichenbach; Doméstica, de Fernando Meireles e Nando Oliva.

Dirigiu os espetáculos: Romeu e Julieta, de Shakespeare; Pano de Boca, de Fauzi Arap; Bruxas de Salem, de Tenessee Williams; Roberto Zucco, de Bernard-Marie Koltès.

Paulo Santoro

Formou-se bacharel em Letras pela Universidade de São Paulo, em 1994. Trabalhou como professor em cursinhos da capital paulista e como revisor editorial para diversas editoras.

Em 1999, passou a integrar o Círculo de Dramaturgia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral), coordenado por Antunes Filho no SESC-SP, tendo ingressado por meio de concurso aberto ao público.

Em 2001, o diretor Antunes Filho iniciou o processo de montagem da peça de sua autoria, O canto de Gregório, que estreou em julho de 2004, na Sala CPT do SESC Consolação, com direção do próprio Antunes Filho, cenário de J. C. Serroni e participação das atrizes Arieta Corrêa e Juliana Galdino, entre outros atores.

Foi lançado em 2006, pelo SESC-SP, o primeiro livro do Círculo de Dramaturgia, formado por peças selecionadas por Antunes Filho. Entre as peças publicadas, duas são de sua autoria: a mesma O canto de Gregório e a inédita O fim de todos os milagres.

Em 2007, com direção de Ernani Sanchez e interpretação de Michelle Ferreira, estreou seu monólogo Carina está viva.


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